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sexta-feira, 11 de março de 2011

O CRISTÃO E A ÉTICA CRISTÂ


Ref. Tito 3.12 - 15

Introdução : A grande ênfase da carta de Tito é as boas obras. Somos salvos não pelas boas obras, mas pela misericórdia de Deus, nosso Salvador (3.5), e somos justificados pela graça de Jesus Cristo, nosso Salvador (3.7). Mas justamente por esse motivo temos a rigorosa obrigação de:

§ Dedicar-nos à prática das boas obras (2.14);

§ Ser exemplo, fazendo boas obras (2.7);

§ Estar prontos a fazer tudo o que é bom (3.1);

§ Empenhar-nos na prática de boas obras (3.8);

§ Praticar boas obras a fim de sermos produtivos (3.14).

Tema A Sã Doutrina e as Boas Obras

Tito 2.10 As Boas Obras é o Ornamento da Doutrina de Deus.

ÉTICA CRITÃ: é o que poderíamos chamar de : Teologia Moral.

O que Significa Ética? – a resposta, num ambiente relativista, pode ser: DEPENTE. Mas que Ética estamos falando?

1. Ética Filosófica?

2. Ética profissional?

3. Ética religiosa?

4. Ética Contemporânea?

5. Ética Crista? Sim.

A palavra ÉTICA vem do grego ETHOS, que significa “Costume”; “Disposição”, “Hábito”.

Seu Objetivo: - É estabelecer o que é certo e o que é errado.

Ética: é a investigação no campo da conduta ideal, bem como sobre as regras e teorias que a governam.

Ética Cristã: é o conjunto de regras de conduta, para o Cristão, tendo por fundamento a Palavra de Deus.

Para nós, crentes em Jesus, o certo e o errado devem ter como base a Bíblia, a nossa “Regra de fé e Prática”.

O termo Ética, ETHOS, aparece várias vezes no NT. Significando “conduta, porte e compostura”.

Ética Cristã: deve ser fundamentada no conhecimento de Deus e de sua revelação.

OITO PRINCÍPIOS ÉTICAS, orientam o comportamento dos que querem servir a Deus num mundo Relativista:

1. O Princípio da fé (Rm 14.22,23). Nesse texto,vê-se a ênfase na fé ou na convicção do crente diante de Deus, quanto ao que faz ou deixa de fazer. Ele não precisa recorrer a paradigmas humanos ou lógicos para posicionar-se quanto à atos ou palavras. Se tem dúvida, não deve fazer, pois, “tudo o que não é de fé é pecado”.

2. O Princípio da Licitude e da conveniência. (1 Co 6.12; 10. 23). Este critério orienta o cristão a que não faça as coisas apenas por que são lícitas, mas porque são lícitas e convém, à luz do referencial ético que a Palavra de Deus diz.

3. O Princípio da licitude e da edificação. – ( 1 Co 10.23b). Com base neste texto, não basta que alguma conduta ou proceder seja lícito, mas é preciso que contribua para a edificação do cristão. É um princípio irmão gêmeo do anterior. A ênfase é a edificação espiritual de quem deve posicionar-se ante o fazer ou não fazer algo.

4. O Princípio da Glorificação a Deus. (1 Co 10.31). Aí, temos um princípio ético abrangente, que inclui não só o comer ou beber, mas “qualquer coisa” que demande um posicionamento cristão. No dia-a-dia nos deparamos com situações tiviais, que exigem uma tomanda de posição ... qualquer atitude ou decisão a tomar, em termos morais, financeiros, negócios, transações, etc. tudo pode passar pelo crivo do princípio da glorificação a Deus, e o crente fiel, na direção do Espírito Santo, saberá responder sem maiores dificuldades. O que contribui para a glória de Deus não fere nenhum princípio bíblico.

5. O Princípio da ação em Nome de Jesus ( Cl 1.17). A condição do crente para realizar ou deixar de realizar algo decorre da autoridade que lhe foi conferida pelo Nome de Jesus. Assim, quando o cristão se vê na contingência de tomar uma decisão, de ordem espiritual, ou humana, pode muito bem concluir pela ação ou não, se puder realizá-la no Nome de Jesus, conforme orienta o apóstolo Paulo aos irmãos colossenses.

6. O Princípio do fazer para o Senhor . (Cl 3.23). Diante de uma atitude, de uma decisão, devemos indagar: “Estamos agradando a Deus ou aos homens?” Estamos fazendo, de todo o coração, ao Senhor?” a resposta deve ser honesta, consultando, não ao coração, mas àPalavra de Deus

7. O Princípio do respeito ao irmão mais fraco. (1 Co 8.9 – 13). Desse modo, a questão, segundo o princípio da certeza é: O que pretendo fazer o faço com certeza de fé? E essa certeza é fundamentada na Palavra de Deus? Tem respaldo na Bíblia? Não é apenas fruto de minha consciência falha, ou do meu coração enganoso? (Jr 17.9). Se a resposta for positiva, com base na Bíblia, pode ser realizado. Se não, deve ser evitado.

8. O Princípio da prestação de contas. (Rm 14.10-12). O princípio da prestação de contas nos lembra que, no trato com as pessoas ou com as coisas, não só devemos observar a Palavra de Deus, mas adverte-nos quanto à inevitável prestação de contas no futuro, e também aqui, no presente.

CONCLUSÃO:

No mundo atual, em que os absolutos foram todos desprezados, dando lugar ao relativismo exacerbado, o cristão só pode transitar, e posicionar-se corretamente, se souber observar os princípios éticos, emanados da Bíblia Sagrada. Tudo muda no mundo dos homens. Mas, diante de Deus, sua Palavra tem valor absoluto, e pode ser o guia seguro e forte contra os vendavais do relativismo avassalador, que tem invadido, até, os arraiais das igrejas evangélicas. (Salmos 119.105, Mt 24. 13).

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