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segunda-feira, 16 de julho de 2018

RELÓGIO QUE PREVÊ O FIM DO MUNDO É ADIANTADO



RELÓGIO QUE PREVÊ O FIM DO MUNDO É ADIANTADO

Ana Carolina Leonardi - Superinteressante - quinta-feira, 26 de janeiro de 2017



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Estamos a 2 minutos e meio do Apocalipse. É o que estima o comitê do Boletim de Cientistas Atômicos, responsável por ajustar, anualmente, o Relógio do Juízo Final. Mas atenção: estes 2 minutos e meio não são literais e sim um símbolo de quão próximos estamos de uma catástrofe mundial.

O Relógio surgiu há 70 anos, em 1947, criado por cientistas que participaram do Projeto Manhattam, aquele mesmo, da bomba atômica. Em um mundo ameaçado por uma guerra nuclear, eles criaram um índice: meia noite representava o Fim do Mundo, o Conflito Final. Em 1947, estávamos a 7 minutos da meia noite.

Esse número é atualizado todo ano, de acordo com os esforços mundiais para tornar o mundo um lugar mais ou menos seguro. Em 1953, com URSS e EUA testando bombas de hidrogênio por todos os lados, chegamos ao mais próximo do Fim: 23h58.

De lá para cá, as coisas pareciam melhorar. 1991 foi o ano mais distante da meia noite, e o Relógio marcou 23h43. Mas, desde 2015, voltou ao clima da Guerra Fria, marcando 3 minutos para meia noite. Em 2017, o perigo aumentou: o relógio foi adiantado em 30 segundo. É a primeira vez na história que ele não é alterado em um minuto completo. A 2 minutos e meio da meia noite, estamos no momento global mais tenso desde 1953.

Não existe nada de místico neste relógio: o horário que ele marca é completamente arbitrário. Porém, é decidido por um grupo de mente geniais – 15 dos membros do comitê venceram o Nobel. O grupo analisa a conjuntura mundial e decide o quão vulneráveis estamos a uma catástrofe planetária. Este ano, eles consideraram que o mundo está mais ameaçado que nos últimos anos – por conta de um combo de inação, desinformação e má gestão.


Ameaça nuclear

Hoje em dia, a análise do Boletim não se limita aos armamentos nucleares, mas eles seguem sendo uma ameaça importante à segurança no globo. Em 2017, os cientistas atômicos denunciaram a falta de incentivos à restrição dessas armas e acusaram os Estados Unidos e a Rússia de estimularem uma nova corrida armamentista, por seguirem modernizando sem parar os seus arsenais. A Coreia do Norte também entra como um fator preocupante, tendo completado seu quinto teste nuclear recentemente.


Aquecimento global

Entre ameaças à sociedade global, as mudanças climáticas estão no mesmo patamar da Bomba Atômica para os cientistas do Relógio. E eles são incisivos ao afirmar que as lideranças mundiais não estão fazendo o suficiente para combatê-lo.

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Para além dos riscos presentes, a inteligência artificial e a “independência” das máquinas foram tidas pelo grupo de cientistas como potenciais perigos para o futuro da humanidade, caso não haja um esforço mundial para delimitar o quanto essas tecnologias poderão se desenvolver sem a interferência humana. O alerta do time se refere especialmente ao lado “moral” da inteligência artificial, e pede uma reflexão profunda sobre a permissão de dar às máquinas autoridade sobre a vida humana.


Desinformação

Na mesma linha da Universidade de Oxford, que escolheu “pós-verdade” como palavra do ano em 2016, o Comitê do Relógio colocou a desinformação e a repercussão de notícias falsas como potencializadoras de desastres em grande escala. O exemplo citado é revelador: no ano passado, uma notícia falsa atribuiu a um ministro israelense uma ameaça ao Paquistão. O ministro paquistanês acreditou – e lembrou o mundo de que eles também têm armas nucleares. Para deixar clara a tensão de um mundo de pós-verdades, vale acrescentar que a resposta inflamatória do Paquistão não foi feita em pronunciamento oficial, e sim pelo Twitter. E, falando nisso…



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Donald Trump

O Boletim dos Cientistas Atômicos não é nada discreto ao declarar que a eleição de Donald Trump tornou o mundo um lugar menos seguro. Trump é ligado a todos os problemas citados anteriormente – sua negação pública do aquecimento global é descrita como um enorme empecilho na luta contra a mudança climática. Suas declarações impulsivas sobre armamentos nucleares, seja ameaçando outros países, seja declarando a necessidade de aumentar o arsenal americano, tornam ainda mais urgente a necessidade de limitar o uso desse tipo de poderio militar. E, por fim, sua política feita via Twitter e apoio à rumores é exemplo claro da Era da Pós-Verdade.

O Comitê fala, com todas as letras, que só mudou o relógio 30 segundos porque Trump acaba de assumir o cargo e ainda não terminou de anunciar sua equipe. O que fica implícito é que eles acham que podemos estar ainda mais perto da meia noite do que o próprio Relógio do Juízo Final já mostra.



Revolução?

O tom de urgência do Anúncio do Relógio de 2017 é proposital: a ideia é chamar lideranças mundiais e cidadãos à ação imediata. O relatório pede medidas rápidas para a limitação dos arsenais nucleares, intervenções (pacíficas) contra a Coreia do Norte e ajuda financeira aos países subdesenvolvidos para a diminuição da emissão de carbono e o investimento em energia limpa. Exige ainda uma retratação imediata de Donald Trump quanto ao aquecimento global e a retomada dos esforços americanos quanto ao Acordo de Paris.


Mas o ritmo inflamatório do texto chega ao ápice no final: “O relógio está correndo, o perigo global se aproxima. Líderes sábios do poder público precisam agir já, guiando a humanidade para longe do abismo. Se não fizerem isso, os cidadãos sábios devem tomar a frente e mostrar o caminho”. Seria liberdade poética ou o Boletim de Cientistas Atômicos está chamando para uma revolução anarquista?




Fonte: http://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/rel%C3%B3gio-que-prev%C3%AA-o-fim-do-mundo-acaba-de-ser-adiantado/ar-AAmhyqd?OCID=MI12HT


sexta-feira, 13 de julho de 2018

ADMEP EM ATIVIDADES


A ADMEP em atividades em 2017

Tivemos também o casamento dos Irmãos 

Luiz Antônio e Cátia Brilhante




















OS CRENTES DA ADMEP


A ADMEP em atividades...
Nossos poucos, unidos em Unidade do Espírito Santo.


















CONSAGRAÇÃO DE OBREIROS DA ADMEP


Consagração de Obreiros na ADMEP
04 de novembro de 2017
Na ADMEP

Candidatos:

Miss. Rita de Cássia Dias
Evangelista. Waldécio Santana
e a 
Pastora, Clara Maria
Que Deus abençoe.











A DIDÁTICA E A BÍBLIA








Introdução: - A Bíblia é a Palavra de Deus enviada aos homens. Nela, encontramos a Didática divina, desde o Velho Testamento até o Novo Testamento. Vemos Deus tratando com o homem, ensinando-lhe, treinando-lhe e testando ou avaliando seu comportamento ante os seus sábios ensinamentos. Com Jesus Cristo, encontramos a perfeição do ensino, em seus discursos, nas parábolas, nas interrogações, nos diálogos e na prática de sua doutrina. Neste trabalho, tentamos fazer alguma ligação entre a didática do ensino e a Bíblia.

1. CONCEITOS

1.1. DIDÁTICA. 1."A técnica de dirigir e orientar a aprendizagem; técnica de ensino". 2."O estudo desta técnica". (Dic. Aurélio). "É a ciência, a arte e a técnica de ensinar". Como ciência, baseia-se em princípios científicos, chamados de "leis do ensino"; como arte, envolve a prática e a habilidade em comunicar conhecimentos; como técnica, utiliza métodos e recursos que facilitam o processo ensino-aprendizagem.

1.2. EDUCAÇÃO. "Podemos dizer que a educação é um processo contínuo de desenvolvimento e aperfeiçoamento da vida”. (EETAD, p.6); GREGORY (p. 11,12) vê dois conceitos de educação: "Primeiro, o desenvolvimento das capacidades; segundo, a aquisição de experiência". "É a arte de exercitar e a arte de ensinar". Com isso, o resultado esperado é "uma personalidade bem desenvolvida física, intelectual e moralmente, com recursos tais que tornem a vida útil e feliz, e habilitem o indivíduo a continuar aprendendo através de todas as atividades da vida".

1.3. EDUCAÇÃO CRISTÃ. É o processo de ensino-aprendizagem proporcionado por Deus, através de sua Palavra, pelo Poder do Espírito Santo, transmitindo valores e princípios divinos. É diferente da educação secular, que só transmite instruções e conhecimentos, deixando de lado os valores éticos, morais e espirituais. Por isso, a base da Educação Cristã é a Bíblia Sagrada.

1.4. EDUCAÇÃO RELIGIOSA. "...é um programa de ensino bíblico, cuja finalidade visa à integração da pessoa na igreja, seu desenvolvimento espiritual e maturidade cristã" (DIRETRIZES da Ed. Religiosa nas Ass. de Deus, p. 1). A educação religiosa é desenvolvida:

1) NA IGREJA (No ministério pastoral)

2) NA ESCOLA DOMINICAL

3) NO LAR (Culto Doméstico, atitudes, exemplo dos pais, etc)

1.5. PEDAGOGIAOriginariamente, pedagogia significava "a ciência de dirigir crianças". A palavra vem de PAIDOS (Criança), AGEIN (conduzir) e LOGIA (tratado, ciência, estudo); 1."Teoria e ciência da educação e do ensino; 2.conjunto de doutrinas, princípios e métodos de educação e instrução que tendem a um objetivo prático" (Dic.). Enquanto a Didática (prática) se volta para o ensino propriamente dito, a pedagogia volta-se para a Educação (Ciência, doutrina).

Pr Elinaldo Renovato de Lima
Fonte:

segunda-feira, 2 de abril de 2018

“A SALVAÇÃO NA PÁSCOA JUDAICA”



ADMEP
Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical

A SALVAÇÃO NA PÁSCOA JUDAICA

Texto Áureo:

“[...] Eu sou o Senhor, e vos tirarei de debaixo das cargas dos egípcios, vos livrarei da sua servidão e vos resgatarei com braço estendido e com juízos grandes.
 (Êx 6. 6)


Verdade Prática:

A libertação do povo israelita vislumbrava um plano divino maior: libertar e salvar a humanidade.


Leitura Bíblica em Classe
Êxodo 12. 21 – 24, 29




§    Objetivo Geral: - Saber que a libertação dos israelitas vislumbrava um plano divino maior: libertar e salvar a humanidade.

§    Objetivos Específicos:

1.         Mostrar como se deu a instituição da Páscoa;
2.         Explicar a importância e o significado do cordeiro da Páscoa;
3.         Tratar a respeito da relevância e do significado do sangue do cordeiro na Páscoa.



Introdução: -  Na páscoa, os israelitas relembram o modo milagrosos pelo qual Deus operou a salvação de seu povo, livrando-o da opressão, do sofrimento, da angústia e da escravidão promovida pelos egípcios. Era a lembrança da fidelidade de Deus à sua promessa, do seu amor libertador e do cuidado, sem igual, em favor do seu povo. Nesta lição, estudaremos os aspectos-chave e simbólicos da Páscoa e o novo significado que tão importante celebração assumiu com a morte e a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo.


I.            A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA

   “A palavra Páscoa vem da palavra hebraica "pesach" e do grego "pascha" que significam "passagem". Conheça a história da Páscoa e seu significado”


1)      O livramento nacional. – Para o povo de Israel, a Páscoa representa o que o dia da independência significa para um país colonizado por uma metrópole. Mais ainda, essa magna celebração significa a verdadeira libertação experimentada por uma nação, expressada pela liberdade espiritual do povo para servir ao Deus Criador (Êx 12. 1 – 13, 16).

2) A libertação da escravidão. – O israelitas habitaram por aproximadamente 430 anos no Egito (Êx 12.40). Na maior parte desse tempo, eles experimentaram a dominação, a escravidão e a humilhação. Ser escravo no Antigo Oriente era estar sob a dependência política, econômica e social de outra nação. Do sofrimento da escravidão, o clamor do povo chegou a Deus que lhe proveu o livramento. (Êx 6.5).

3)       A nova celebração judaica. -  A Páscoa passou a ser a nova festa religiosa dos israelitas, pois essa celebração foi instituída por Deus, mediante o legislador Moisés, e um novo ano religioso começou (Êx 12. 1 – 20). Os israelitas passaram oito dias comendo pães sem fermento, o matzá, isto é, fatias de pães asmos. (Êx 12. 39, 40).


A PÁSCOA

SEU SIGNIFICADO
Para os egípcios.
Significava o juízo divino sobre o Egito.
Para os israelitas.
A saída do Egito, a passagem para a liberdade.
Para os cristãos.
É a passagem da morte dos nossos pecados para a vida de santidade em Cristo.




II.                   O CORDEIRO DA PÁSCOA


1)       O cordeiro no Antigo Testamento. – No Antigo Testamento, o cordeiro constituía parte fundamental dos sacrifícios oferecidos para remissão dos pecados. Ele foi introduzido na cultura dos israelitas quando Deus libertou o seu povo, conforme nos relata Êxodo 12. 2 – 10. Para oferecer o cordeiro em sacrifício, o sacerdote e o povo deveriam observar algumas exigências: o animal deveria ser completamente limpo, não poderia haver manchas nem outros defeitos, ser imaculado e plenamente saudável. (Lv 4. 32; Nm 6. 14).  Todo esse simbolismo apontava para Jesus, o verdadeiro Cordeiro pascal.

2)       Jesus, o verdadeiro Cordeiro Pascal. A páscoa cristã é o memorial de como Deus substituiu os sacríficos temporários por um único e definitivo. Nesse aspecto, o cordeiro do Antigo Testamento era sombra do apresentado no Novo, “morto desde a fundação do mundo” (Ap 13. 8). Por isso, ao comemorarmos a Páscoa, devemos atentar seriamente para o glorioso feito de Jesus na Cruz. Cristo é o fundamento, a essência da Páscoa. Agora, uma vez em Cristo, somos santificados, justificados e perdoados (Rm 5. 1, 2; 8.1). O cordeiro da Páscoa apontava para Jesus, o Cordeiro de Deus.

3)   Subsídio Teológico. – “O cordeiro da Páscoa no Êx 12 deveria ser morto e comido na noite da Páscoa, e seu sangue deveria ser espargido nos umbrais das portas. O Senhor Jesus Cristo associou a Santa Ceia à festa da Páscoa judaica (Mt 26. 17 – 19). Dessa forma, a Páscoa está tipificando que Cristo é a nossa Páscoa (I Co 5. 7).


III.         O SANGUE DO CORDEIRO


1)       O significado do sangue. – A primeira abordagem da Bíblia acerca dos sacrifícios está no livro de Gênesis 3. 21; 4. 1 – 7). O sacrifício era para expiação dos pecados do transgressor, em que este era perdoado e, mediante essa expiação, tinha a sua relação com Deus restabelecida. O maior símbolo, e principal elemento desse ritual, era o sangue do animal sacrificado. (Lv 17. 11, cf. Hb 9. 23 - 28).

2)     O sangue do cordeiro pascal. – Antes do advento da última praga sobre os egípcios, Deus ordenou aos judeus que preparassem um cordeiro para cada família (Êx 12. 3). A orientação era a seguinte: após matarem o cordeiro, os israelitas deveriam passar o sangue da vítima nas ombreiras e no umbral da porta de suas casas (Êx 12. 7). Isso serviria de sinal para que quando o Senhor passasse e ferisse os primogênitos do Egito, conservasse a vida dos israelitas intactas (Êx 12. 13).  Nesse sentido, o sangue de Jesus Cristo, o verdadeiro Cordeiro, nos protege da morte eterna e da maldição originada pelo pecado (I Jo 1. 7). Tal como o sangue do cordeiro pascal que livrou o povo da morte, assim também o sangue de Jesus nos livra da morte espiritual e da condenação eterna.

3)    O sangue da Nova Aliança. – Em o Novo Testamento, ao celebrar a Páscoa na última ceia, Jesus afirmou que o seu sangue era o símbolo da Nova Aliança (Lc 22. 14 – 20); era o real cordeiro, bem como o verdadeiro sacerdote, sendo o sacrifício e o oficiante ao mesmo tempo. Por essa razão, o livro de Hebreus afirma que Cristo é o mediador da Nova Aliança e, mediante seu sangue, redime de modo efetivo ao que crê (Hb 12. 24). – O sangue do cordeiro pascal apontava para o sacrifício perfeito do Cordeiro de Deus.


Conclusão: - A Páscoa para os judeus é o memorial da ação salvadora de Deus. Para nós, os cristãos, é a recordação da ação redentora de Jesus em favor da humanidade. Cristo é a nossa verdadeira Páscoa, o Cordeiro único e o Sumo Sacerdote por excelência. Seu sacrifício foi definitivo e completo. – Hoje somos filhos de Deus mediante a Nova e perfeita Aliança no Sangue do Cordeiro que tira o pecado do mundo.



Aula Preparada pela Professora, Maria Valda
Pastora da ADMEP






Adaptada da própria Lição – LIÇÕES BÍBLICAS -  CPAD.
Comentarista: Clayton Ivan Pommerening.