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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

REALIDADE






Posted: 01 Jan 2013 07:09 AM PST
O subchefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas do Irã, Masud Jazayeri (foto), afirmou não estar dando valor às ameaças do comandante da Força Aérea de Israel, Amir Eshel, de que atacará o "coração" do país, informou nesta segunda-feira a agência de notícias iraniana Isna.

"As palavras do comandante da Força Aérea do regime sionista são mais parecidos com uma 'mentira de janeiro'", garantiu Jazayeri. Segundo o subchefe do Estado-Maior, Israel não teria poder suficiente para começar uma guerra "séria".

Eshel depois da guerra de 22 dias em Gaza acusou o Irã de transportar armas para a região, ameaçando promover um grande ataque. Jazayeri ainda disparou contra Israel: "o barulho da bateria vazia deste regime usurpador se escuta no mundo todo. A fama de poder do regime sionista é por operações psicológicas e uso da imprensa imperialista. A realidade é que este regime interiormente está podre".

As Forças Armadas e os Guardiães da Revolução do Irã realizam todos os anos várias manobras, em sua maioria destinadas a prevenir um eventual ataque dos Estados Unidos ou Israel. Os dois países ameaçaram atacar o Irã, caso não seja freado o programa nuclear. O Governo de Teerã, por sua vez, respondeu que não interromperá suas atividades atômicas pacíficas e que, em caso de agressão, dará uma resposta arrasadora.

O Irã foi acusado por diversos países de tentar fabricar bombas atômicas dentro de seu programa nuclear, o que seu governo negou, garantindo que suas atividades neste campo são exclusivamente civis e pacíficas.

No último dia 23 de setembro, o comandante da Divisão Aeroespacial do Corpo de Guardiães da Revolução do Irã, o general Amir Ali Hayizadeh disse que um ataque israelense ao país daria início a Terceira Guerra Mundial.

Naval Brasil
Postado por: Noticia Final
Posted: 01 Jan 2013 06:55 AM PST
“As reformas que decidimos estão a começar a produzir efeitos. Mas ainda precisamos de ter muita paciência. A crise está longe de ser ultrapassada”, considera a chanceler alemã
A chanceler alemã, Angela Merkel, avisa que a conjuntura económica será “mais difícil” em 2013 e apela à “paciência” e “coragem” dos seus concidadãos, na sua mensagem de Ano Novo.

“A conjuntura económica não será mais fácil, mas mais difícil no próximo ano. Isso não nos deve desanimar, mas pelo contrário, estimular-nos”, afirma Merkel no seu discurso de Ano Novo dirigido à Alemanha, que será transmitido na segunda-feira à noite.

Referindo-se à crise económica na Europa, a líder da primeira economia europeia apela à paciência, segundo o texto da sua mensagem que hoje à noite foi distribuído à comunicação social.

“As reformas que decidimos [na Europa] estão a começar a produzir efeitos. Mas ainda precisamos de ter muita paciência. A crise está longe de ser ultrapassada”, considera a chanceler alemã.

Merkel, que tentará um terceiro mandato nas eleições de Setembro de 2013, sublinhou que o desemprego está ao nível mais baixo na Alemanha e que o número de trabalhadores é o mais alto desde a reunificação do país, há 22 anos.

Mesmo que a Alemanha beneficie de uma conjuntura económica melhor do que a maioria dos seus parceiros europeus, a economia desacelerou durante todo o ano de 2012.

Muitos economistas prevêem uma queda do PIB no último trimestre deste ano e o Banco Central alemão aponta para uma quase estagnação da economia no próximo ano.

As observações de Merkel na sua mensagem de Ano Novo contrastam com a visão mais optimista do seu ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble e do Presidente francês, François Hollande, que estimaram recentemente que o pior da crise já passou.

A chanceler apelou também para uma melhor supervisão dos mercados financeiros: “O mundo não tirou lições suficientes da terrível crise financeira de 2008”.
Fontes:
globotv ,  publico.pt

Via: http://www.nosdiasdenoe.tk/2013/01/alemanha-merkel-declara-que-2013-nao.html#ixzz2GjgMBUYDThis posting includes an audio/video/photo media file: Download Now
Posted: 01 Jan 2013 06:34 AM PST
As notícias mais censuradas pelos EUA

Occupy, na mira da lei e da censura nos EUA

Monopólios da comunicação não divulgam informações ameaçadoras e que contrariam os seus interesses. Se os defensores das liberdades civis no Brasil acham que temos problemas graves de tentativas de censura e de informações deturpadas de acordo com os interesses dos grandes grupos de comunicação, nos EUA a situação não é muito diferente.

As 25 notícias mais censuradas pela grande imprensa corporativa dos Estados Unidos, durante o último ano acadêmico 2011/2012, investigadas há quase quatro décadas por professores e estudantes de sociologia da Universidade Sonoma State da Califórnia, acabam de aparecer no livro Censored 2013, publicado em Nova York, pelo editorial Seven Stores. O texto foi apresentado em dezembro, em Santa Rosa, Califórnia.




O ataque crescente à liberdade e a conversão dos Estados Unidos em um estado policial, os decretos “legais” mas em contradição com a Constituição do Ministério de Segurança Pátria, as novas leis que criminalizam a manifestação Occupy, o fomento do novo negócio de “incitação e delação” que, patrocinado pelo FBI, representa lucros de até 100 mil dólares por cada caso pré-fabricado por 15 mil espias internos “autorizados”, a escravidão que existe hoje nas prisões-fábricas estadunidenses com salários de 23 centavos de dólar por hora de trabalho, a situação insustentável da vida dos oceanos, os crimes de guerra da OTAN na Líbia, os resquícios radioativos de Fukushima, que ainda matam habitantes no território dos Estados Unidos, uma pesquisa de Zuyrich que mostra que 147 corporações transnacionais estadunidenses e europeias controlam a economia mundial, os bilhetes impressos pela Reserva Federal de 16 trilhões de dólares doados aos maiores bancos que provocaram a crise e um chamado da ONU para converter os trabalhadores em empresários de cooperativas, são os temas das primeiras 10 notícias top mais ocultadas pelo Censurado 2013.

1. Estados Unidos: Estado Policial

Desde a Lei Patriot Act 2001, Estados Unidos tem cada vez mais vigilância política interna e se militariza às custas das liberdades civis. A aprovação, em 2012, da lei Nacional Defense Authorization Act (NDAA) permite que os militares prendam indefinidamente, sem julgamento, qualquer cidadão dos Estados Unidos, que o governo considere “terrorista” ou “acessório do terrorismo”.

O presidente Barack Obama emitiu o decreto “National Defense Resources Preparedness Executive Order”, que autoriza o mais amplo controle federal e militar da economia nacional e de seus recursos sob “condições de emergência e de não-emergência”. Desde 2010, a campanha do departamento de Segurança Pátria “Se você ver algo, diga algo” chama o público a informar às autoridades locais sobre qualquer atividade suspeita, mas o que a Segurança Pátria identifica como “suspeito” costuma ser críticas ao governo ou protestos não violentas, que são direitos garantidos pela Constituição.

2. Oceanos em perigo

O mar não é infinito nem inesgotável. A subida total da temperatura do oceano levou ao maior movimento de espécies marinhas em dois e três milhões de anos. Um estudo de fevereiro de 2012 de 14 ecossistemas protegidos e 18 desprotegidos no Mediterrâneo demonstrou que esta acabando rapidamente seus recursos. Um estudo científico de três anos mostrou que áreas marinhas que formam a reserva de população de peixes tem cinco a dez vezes mais vida marinha que os lugares desprotegidos.

3. Fukushima mata até nos Estados Unidos

As consequências do desastre nuclear 2011 de Fukushima são maiores que as reconhecidas, ao ponto que científicos estimam em 14 mil as mortes nos Estados Unidos provocadas pela radiação que veio do Japão, de acordo com relatório de dezembro de 2011, do Diário Internacional de Serviços Médicos. A rede detentora de radiação da Agência de Proteção Ambiental (RadNet) tem falhas de mantenimento e equipamentos frequentemente mal calibrados.

4. O FBI é responsável pela mair conspiração terrorista nos Estados Unidos
O Escritório Federal de Investigação (FBI) implementou um método pouco usual para prevenir futuros atentados terroristas ao desenvolver uma rede de quase 15 mil espiões para infiltrar em diversas comunidades na busca de esquemas terroristas. No entanto, eles realmente estão nos ajudando e animando a gente a cometer crimes para depois denunciá-los e cobrar recompensas de até 10 mil dólares por caso.

5. Reserva Federal imprimiu 16 trilhões de dólares para salvar grandes bancos

Uma auditoria da Primeira Reserva Federal revela que ofereceu ajuda urgente e em segredo de 16 trilhões de dólares aos maiores bancos estadunidenses e europeus em pleno apogeu da crise financeira mundial, entre 2007 e 2010. Desses 16 trilhões de dólares, Morgan Stanley recebeu 107,3 bilhões , Citigroup 99,5 milhões e Bank of America 91,4 bilhões, de acordo com dados obtidos por reivindicando a Lei de Liberdade de Informação (Freedom of Information Act), meses de litígio nos tribunais e uma lei aprovada pelo Congresso.

6. 147 corporações controlam a economia do mundo ocidental

Um estudo da Universidade de Zurich revelou que um pequeno grupo de 147 grandes corporações transnacionais, principalmente financeiras e mineiro-extrativistas, controlam na prática a economia mundial. O estudo foi o primeiro a analisar 43.060 corporações transnacionais e a relação de propriedade entre elas, identificando 147 companhias que formam uma “super entidade”, que controla 40% da riqueza total da economia global. O pequeno grupo, interconectado através das juntas diretivas corporativas, constituem uma rede de poder global vulnerável aos colapsos e propensa ao “risco sistêmico”…, mas dirige o mundo.

7. 2012: ano internacional das cooperativas

As Nações Unidas declararam 2012 como o ano internacional das cooperativas, que manteriam ativas no mundo quase 1 bilhão de pessoas como membros ou donos cooperativos. De acordo com a ONU, a cooperativa será o modelo de empresa de mais rápido crescimento do planeta em 2025 e garante que as cooperativas de trabalhadores-proprietários preveem uma distribuição equitativa da riqueza e uma conexão autêntica no lugar do trabalho, componentes essenciais de uma economia sustentável.

8. Crimes de guerra da OTAN na Líbia

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) justificou sua intervenção na Líbia sob “princípios humanitários”, mas agora são conhecidas suas ações catastróficas para os seres humanos, como a destruição por bombardeiro, em julho de 2011, da principal instalação de abastecimento de água potável neste país, que abastecia, aproximadamente, 70% da população nacional. E, na tentativa falida de parecer imparcial e objetiva, a BBC revelou, quase um ano depois dessa informação ter sido difundida pelos meios independentes, que as Forças Especiais Britânicas desempenharam um papel chave para supervisionar e conduzir à vitória os chamados “combatentes da liberdade” da Líbia.

9. Escravidão em prisões dos Estados Unidos

Estados Unidos têm pelo menos 5% da população do mundo, mas suas prisões mantêm mais de 25% de toda a população presa do mundo. Muitos desses presos trabalham por 23 centavos de dólar por hora, ou valores similares, em prisões privadas contratadas pela oficina de prisões UNICOR, uma corporação quase-pública, sem fins lucrativos, classificada como a 38º entre os grandes contratistas do governo dos Estados Unidos. Apenas escapam desse trabalho os milhares de presos em solitária, frequentemente presos por castigos disciplinários ou faltas de baixa importância.

10. Lei HR 347 criminaliza os protestos do Occupy
O Presidente Obama assinou em março de 2012 a lei HR 347, que considera “ofensa criminal” participar de manifestações em áreas definidas como “restringidas”, tais como proximidades de edifícios federais e certos parques. Os legisladores violentaram os direitos da Primeira Emenda para criminalizar os protestos do Occupy, que caracterizam como um perigo mundial para a superclasse do 1%, que controla a economia dos Estados Unidos e do mundo, uma vez que fizeram com o serviço secreto utilize mais ou empregue mal as leis atuais para prender manifestantes sob o pretexto falso de atividade criminal.

Naval Brasil
Postado por: Noticia Final
Posted: 01 Jan 2013 06:26 AM PST
Por Puhanic Andrew | Relatório Globalist

O Conselho de Relações Exteriores ( CFR ), uma organização criada em 1921 pela elite global, tem divulgado o que acredita ser os desafios que precisam ser superados para estabelecer Governo Mundial em 2013.

Em resumo, o Conselho de Relações Exteriores tem buscado a opinião de quatro Globalistas de todo o mundo sobre o que são os maiores desafios que o mundo enfrenta, que impeçam a formação de um governo mundial em 2013.

  • Richard N. Haass - Presidente, Conselho de Relações Exteriores ( 2012 ). Bilderberg Group (2005 )
  • Yang Jiemian - Membro Commision Trilateral ( 2010 )
  • Igor Yurgens - Presidente do Conselho de Administração, Instituto de Desenvolvimento Contemporâneo, Federação Russa ( 2012 )
  • Michael Fullilove - Diretor Executivo do Instituto Lowy de Política Internacional ( 2012 )

Surpreendentemente, estes globalistas afirmam que o surgimento de Governo Mundial não ocorrerá se o seguinte 7 'desafios' não são superadas 2013.

1) O mundo precisa para estabelecer a responsabilidade compartilhada para os problemas mais difíceis do nosso mundo pós-unipolar. Portanto, para o governo do mundo a se tornar uma realidade, a China precisa desempenhar um papel maior como uma potência global.

2) Para implementar Governo Mundial, é essencial para fortalecer as organizações como as Nações Unidas, Organização Mundial do Comércio, o Fundo Monetário Internacional e do G20.

3) As grandes potências precisam começar levar os países menos importantes, de modo que ambos os jogadores principais e secundários no cenário político mundial pode favorecer a " governança em rede "princípio. Essencialmente, a chave para o Governo Mundial em 2013 é de todos os países para entrar em novas mentalidades e mecanismos de funcionamento.

4) Em termos globais, o comércio precisa ser mais regulamentado. Em 2013, os subsídios do governo devem ser resolvidos a nível global em oposição a nível regional ou bilateral.

5) O mundo precisa de começar a aproveitar os esforços regionais em ação comum em nível global.Desencorajado pelo impasse da construção de governança global, muitos países e regiões estão agora voltando-se para a integração regional e sub-regional, o que explica por que estamos vendo mais regionais e sub-regionais de livre-comércio.
Se essa tendência não pode ser revertida em tempo hábil, então não haverá nenhum governo do mundo em seu sentido real.

6) A Internet precisa ser mais regulamentado. Acredita-se que os governos devem começar a "manter" o livre fluxo de informações na internet para limitar a quantidade de cyber-agressão.

7) A deterioração do cenário político no Oriente Médio tem desafiado os princípios do Governo Mundial. Além disso, a incapacidade da comunidade internacional para lidar com os desafios desta região ameaçam também prejudicar o estabelecimento de um Governo Mundial.

Esses projetos publicados pelo Conselho de Relações Exteriores para o estabelecimento de um governo mundial vêm em um momento em que os líderes políticos do mundo estão começando a aquecer para a idéia de um governo mundial.

Recentemente, o presidente do Conselho Europeu, revelou um desejo para a União Europeia ea Rússia de contribuir para o desenvolvimento do Governo Mundial .

Herman Van Rompuy foi citado na Cimeira UE-Rússia 30 dizendo:
Ao trabalhar em conjunto, a UE ea Rússia podem dar uma contribuição decisiva para a governança global e resolução de conflitos regionais, a governança econômica global no G-8 e G-20, e para uma ampla gama de questões internacionais e regionais.

O impulso para o Governo Mundial por instituições como o Conselho de Relações Exteriores, a União Europeia eo Vaticano são sinais preocupantes de que o que o mundo temia por muitos anos pode vir a ser concretizadas em 2013.
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SOBRE O RELATÓRIO GLOBALIST

O Relatório globalista é uma fonte alternativa de notícias artigos e informações sobre os mundialistas e da Agenda Globalista. O objectivo do relatório globalista é fornecer informações, atual relevante e informativo sobre os mundialistas para que você tenha um maior entendimento sobre quem são os mundialistas e qual é a agenda globalista.


Naval Brasil
Via: NOTICIA FINAL
Posted: 31 Dec 2012 08:38 PM PST




A União Europeia e os Estados Unidos realizam negociações secretas sobre a criação de uma união econômico-comercial.

Segundo algumas mídias, Washington e Bruxelas estão preparando um tratado sem precedentes para a criação de um mercado transatlântico único. O objetivo da iniciativa é a união do Velho Mundo e do Novo Mundo como forma de contrapeso aos mercados em rápido crescimento dos países do BRICS, especialmente da Índia, China e Rússia.

Poucos sabem que o autor da ideia da integração entre a União Europeia e os EUA foi a Alemanha. Em 2007, Angela Merkel, chanceler alemã, falou pela primeira vez de tal possibilidade. Inicialmente, os EUA não gostaram do plano de Merkel e, depois disso, a crise de 2008 meteu estes planos na gaveta.

Agora, segundo dados não oficiais, as conversações abrangem a área dos investimentos mútuos e elaboração de normas comuns na área fiscal, assistência médica e outras.

Entretanto, alguns analistas dizem que a integração das economias das duas regiões não será fácil. Nomeadamente, é preciso fazer com que a iniciativa dos governos não prejudique as empresas europeias e americanas de altas tecnologias, conforme diz o cientista político Mikhail Neijmanov:

“A criação de tal zona econômica poderá ser benéfica para uma série de empresas e corporações quer de um lado, quer de outro. Mas não nos devemos esquecer que quer uma parte, quer outra, são produtoras precisamente de artigos de alta tecnologia, em cuja esfera concorrem ativamente, por exemplo, na indústria aeronáutica. Abrindo um acesso facilitado aos mercados uma da outra, tal irá representar um golpe para as suas próprias corporações, que concorrem entre si”.

O surgimento de uma zona econômica transatlântica contribuiria para o crescimento quer dos EUA, quer da União Europeia. Os peritos já fizeram as contas:

A abolição das taxas aduaneiras faria aumentar o PIB da União Europeia em 0,5%, o dos EUA em 1,5%. A locomotiva do crescimento seria precisamente o aumento das exportações que, poderiam aumentar de ambos os lados em cerca de 25%.

Desta forma, a União Europeia e os Estados Unidos juntos poderiam contrapor-se às economias do BRICS, em rápido crescimento. Acontece que, nas últimas décadas, os europeus e os americanos têm vindo a perder posições no mundo. No entanto, tal não acontece em todos os mercados, refere Maxim Braterski, professor de Política Mundial na Escola Superior de Economia de Moscou:

“A Europa, pelo menos nos últimos 10-15 anos, tem perdido a sua competitividade em relação às economias da China e, parcialmente, da Índia. Mas essa perda acontece apenas em determinados setores, naqueles em que a força de trabalho pode ser substituída por trabalhadores chineses, vietnamitas. Nas restantes áreas, a Europa continua sendo competitiva porque não existe outra Roma, outra Paris ou outra Londres”.

A maioria dos analistas olha com ceticismo para a possibilidade de surgir uma união econômica UE-EUA, tal hipótese parece algo fantástico. Não obstante, tendo em conta as atuais tendências de integração econômica em várias regiões do mundo, seria imprudente excluí-la totalmente. Assim sendo, é perfeitamente possível que o século XXI seja o século em que a Europa e os Estados Unidos se unam contra o resto do mundo, incluindo a Ásia.

Voz da Rússia
Via: http://noticia-final.blogspot.com.br/2013/01/uniao-europeia-e-estados-unidos-podem.html
Posted: 31 Dec 2012 08:32 PM PST

Na província de Aleppo, militares sírios detiveram quatro pilotos de caças turcos que teriam supostamente tentado entrar no território do aeródromo militar de Koerc.

Conforme relata a mídia pró-governo, os pilotos turcos juntamente com um grupo armado foram detidos pelos seguranças na área do aeródromo. As informações sobre o destino dos pilotos e outros detalhes do incidente não foram divulgadas.




Posted: 31 Dec 2012 08:25 PM PST
O que devem estar preparando?

Os Estados Unidos iniciam 2013, tecnicamente, mergulhados no "abismo fiscal". No final da tarde de segunda-feira, quando os líderes no Senado ainda tentavam fechar e votar um acordo sobre o ajuste de longo prazo nas contas públicas, a Câmara dos Deputados anunciou que só apreciaria um eventual pacote no dia 1o e liberou seus membros. Até as 19h30 (22h30, no horário de Brasília), os senadores se diziam próximos de um acerto. Mas ainda estavam discutindo os nós da negociação.




"Estamos muito, muito perto", afirmou o líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell, no final da tarde, ao apelar a seus colegas para aprovarem a parte tributária do acordo, que mantém reduzidas as alíquotas do Imposto de Renda para todos os contribuintes, exceto para os mais ricos. Os republicanos são avessos a medidas que, na prática, aumentem os impostos.

A impossibilidade de um eventual acordo ser aprovado pela Câmara até o prazo final, 23h59 de 31 de dezembro, dispara os mecanismos do "abismo fiscal". Porém, como 1o de janeiro é feriado nos EUA e na maior parte do mundo, as medidas começam a ser aplicadas automaticamente no primeiro dia útil do ano, 2 de janeiro. Com isso, os senadores e os deputados terão um período adicional de 24 horas para aprovar o texto e enviá-lo para a sanção do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

A aprovação de qualquer acerto na Câmara é o passo mais complicado do processo de tramitação de um eventual acordo. Dominada pelo partido republicano, a casa tem se oposto a pacotes de ajuste nas contas públicas que incluam aumento no recolhimento de impostos.

"Abismo fiscal" tornou-se a expressão favorita de políticos e da imprensa nos EUA para traduzir um severo corte de gastos federais e aumento na arrecadação de tributos, com efeitos recessivos. Os dois lados tiveram os 366 dias de 2012 para concluir esse acordo, cujos termos tornaram-se frequentes na campanha eleitoral. Seu objetivo será reduzir significativamente a dívida pública federal, hoje próxima a US$ 16,4 trilhões.

No abismo, os americanos das classes média e alta serão obrigados a pagar mais Imposto de Renda e tributos sobre ganhos de capital e propriedade de imóveis a partir de 2013. Uma família regular da classe média recolherá um adicional de US$ 2.000 neste ano, nos cálculos da Casa Branca. Trabalhadores sem ocupação há mais de um ano perderão seus cheques do seguro-desemprego.

A economia será afetada por um corte de gastos sociais e de Defesa de US$ 109 bilhões neste ano. Os subsídios para o setor agropecuário serão eliminados, com impacto já anunciado nos preços do leite, que devem triplicar. Nos próximos nove anos, a redução de despesas deverá somar US$ 560 bilhões. As agências federais de Saúde, Educacão e de Defesa já se programaram para efetuar os cortes previstos no "abismo" para 2013.

O "abismo" será percebido na queda acentuada da atividade americana. O ano de 2013 fecharia com variação negativa do Produto Interno Bruto (PIB) e com taxa de desemprego de 9,6%, segundo o Escritório de Orçamento do Congresso. Em novembro, foi de 7,7%, a mais baixa desde dezembro de 2008. A recuperação econômica, alentada pelos resultados obtidos no terceiro trimestre deste ano, sofreria um novo golpe, que repercutirá em todo mundo.

Diante desse risco, Obama havia determinado ao senador Harry Reid, líder da maioria democrata na casa, colocar em votação no plenário o projeto de lei para aliviar esse abismo no momento em que considerasse impossível alcançar um acordo. O projeto de lei prorroga a atual redução de IR para a classe média e o seguro-desemprego para 2 milhões de trabalhadores. O Departamento do Tesouro aliviou o abismo ao adiar por cerca de dois meses que a dívida federal atinja US$ 16,4 trilhões.

Até as 19h30 desta segunda-feira (22h30, no horário de Brasília), Reid não havia colocado o projeto de lei em votação. Ele e o senador McConnell continuavam reunidos para arrematar o acordo. As negociacões haviam progredido, desde os impasses da noite de domingo, com o ingresso do vice-presidente dos EUA, Joe Biden, ex-senador democrata, nas conversas.

Durante a tarde de segunda-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama, apelou novamente ao Congresso por um acordo. Mas provocou queixas entre os republicanos por culpá-los pela ausência de um acerto. "Evitar o aumento de impostos para 98% dos americanos tem sido a minha mais alta prioridade", afirmou Obama. "Parece que o acordo (para evitar isso) está à vista, mas não está pronto ainda. Estou cheio de esperança que o Congresso conclua isso. Mas ainda não concluiu."

Nas conversas, ambos os lados mostraram-se flexíveis no ponto mais complicado do acordo - o fim da redução de Imposto de Renda para os americanos mais ricos (2% da população), vigente desde 2006. A Casa Branca originalmente exigia a eliminação desse benefício para os contribuintes com renda anual superior a US$ 250 mil. Os republicanos queriam prorrogá-lo.

Ambos os lados teriam concordado em aumentar a alíquota atual do IR, de 35% para 39,6% aos indivíduos com renda maior do que US$ 400 mil e para as famílias com ganhos de mais de US$ 450 mil. Também houve consenso sobre o aumento do imposto sobre imóveis com valor superior a US$ 5 milhões, o que inclui propriedades rurais. A alíquota subiria de 35% para 40%.

O nó górdio estava no mecanismo tributário criado para limitar as deduções e créditos para os contribuintes mais ricos. As medidas em análise impediriam que 30 milhões de famílias passassem a pagar mais IR. O custo dessa renúncia fiscal seria de US$ 100 bilhões. Outro ponto de discordância estava no corte de gastos públicos. Em especial, da Previdência Social. Os republicanos queriam a mudança no cálculo de aposentadorias e pensões para reduzir os pagamentos atuais e impedir futuras elevações de desembolsos. Os democratas a repudiavam.

Posted: 31 Dec 2012 08:15 PM PST
A Admissão da secretária de Estado dos EUA Hillary R. Clinton no New York Presbyterian Hosptal nesta segunda-feira, 31 de dezembro, - com um coágulo de sangue causado por concussão - deu asas a uma nuvem de rumores e teorias de conspiração ao redor de seu estado de saúde. O hospital, onde o rei saudita Abdullah também foi tratado há dois anos, afirmou que a secretária estava recebendo anti-coagulantes e sua condição seria avaliada após 48 horas.


No entanto, médicos disseram a televisão NBC ao correspondente Robert Bazell que estavam céticos sobre o coágulo de sangue causado por um abalo mais cedo porque, disseram eles, se fosse, não seria tratado com anti-coagulantes. ” "Então, ou isto não está realmente relacionado com o choque e ela tem um coágulo de sangue em sua perna ou algo assim, ou há algo mais acontecendo que não está sendo divulgado."


As especulações sobre a sua condição de saúde começou a voar no início de dezembro, quando ela cancelou sem aviso prévio, sua participação no Forum dos Amigos da Síria em Marraquech, em 6 de dezembro. Não só ela foi uma das fundadoras do fórum, mas sua presença foi extremamente necessária no momento, porque a OTAN e Washington estavam colhendo os movimentos suspeitos de armas químicas do exército sírio , que marcou uma virada desastrosa no conflito sírio.



Ela foi relatada pela primeira vez ter contraído uma gripe e, três dias depois, em9 de dezembro, com um estranho problema estomacal.

Em 10 de dezembro, um dia antes ela deveria depor perante a Comissão de Inteligência do Senado sobre o ataque terrorista de 11 de setembro de 2012 ao Consulado dos EUA em Benghazi - em que o embaixador Chris Stevens e três outros diplomatas americanos perderam a vida - o Departamento de Estado, que tem estado fortemente sob fogo sobre o episódio, anunciou que Clinton tinha sofrido uma concussão depois de desmaiar por desidratação.

Nenhum dos detalhes normalmente liberados em tais casos, tais como quando exatamente ela desmaiou, a gravidade da contusão que sofreu ou como ela estava sendo tratada, foi oferecido. ” Uma fonte do Departamento de Estado só estava disposta a dizer que "não era grave."

De acordo com outro relatório extra-oficial, ela estava supostamente trabalhando a partir de casa. Ninguém no escritório parecia ter sido delegado suas funções, embora a secretária esteve ausente por três semanas.
Então, sexta-feira 21 de dezembro, o presidente Barack Obama anunciou a nomeação do senador de Massachusetts John Kerry como próximo secretário de Estado. Clinton fez saber há algum tempo que ela pretendia deixar o cargo no início do segundo mandato de Obama. Foi informado que ela havia conversado com o presidente e Kerry, e elogiou o senador como tendo provado o seu valor em uma longa e ampla carreira militar, política e diplomática.Nada foi dito na ocasião sobre o seu estado de saúde.

Mas a cerca de Teerã e dos Emirados do Golfo, o arquivo Debka já estava pegando rumores insistentes que afirmam que Clinton ficou gravemente ferida durante uma missão secreta na região na primeira semana de dezembro. Alguns alegaram que no mesmo incidente, os americanos em seu conluio - com assessores e pessoal de segurança - foram feridos ou mortos. Esses rumores não substanciam que a sua missão era secreta. No entanto, o episódio descrito ocorreu pouco depois de 01 de dezembro, quando, como o Debka arquivo havia relatado na época, que funcionários da administração Obama e altos representantes do aiatolá Ali Khamenei lançaram conversações secretas sobre o programa nuclear iraniano.

Apesar de nossas fontes não identificarem os negociadores de ambos os lados da mesa, uma das teorias flutuando em certas capitais afirmam que Hillary Clinton há três semanas estava em seu caminho para uma reunião super-secreta com o presidente Mahmoud Ahmadinejad em relação a essas negociações. O avião que transportava-na de Bahrein logava seu destino com Bagdá, mas é descrito como tendo mudado de direção no ar e se dirigiu para Ahvaz, capital da província sul iraniana de Kúzestão. Lá, dizia-se, o presidente iraniano estava aguardando a sua chegada. Mas, então, o avião teve problemas técnicos e fez um pouso de emergência e que foi quando ela foi ferida, de acordo com esta teoria.

A inexplicável morte do comandante Job Price , 42, um comandante SEALs no Afeganistão está ligado por algumas das especulações a respeito desse incidente.Na época, o Pentágono informou que sua morte repentina em 22 de dezembro, em Uruzgan, Afeganistão, estava sob investigação. Agora, é sugerido que comandantePrice era o chefe da equipe de segurança ligado a Clinton para a sua missão no Irã e ele era uma das vítimas do acidente.

Na natureza das coisas, o impacto desses tipos de rumores têm persistido mesmo quando são oficialmente negados - especialmente invulgarmente pela longa ausência da secretária Hillary Clinton dos olhos do público. O relatório médico prometeu na quarta-feira depois que ela é monitorada no hospital por 48 horas para avaliar a sua condição ", incluindo outras questões associadas com a concussão," é tenso o esperado. Depois disso, disse que o anúncio do hospital, "os médicos irão determinar se qualquer ação adicional será necessária."

Clinton, conhecida como o Secretária de Estado que mais viajou na história diplomática dos EUA , tem sido o centro das atenções internacionais desde 1992, quando seu marido Bill Clinton foi eleito presidente e ela se tornou primeira-dama. Ela, então, serviu no Senado dos EUA e mais tarde concorreu à presidência contra Barack Obama.

Via: DEBKAFile e http://horizontenews.blogspot.com.br/

Postado: http://www.libertar.in/2013/01/mais-essa-misterio-hillary-clinton-no.html#ixzz2Gh5LoekV
Posted: 31 Dec 2012 01:54 PM PST


O presidente do Governo Espanhol, Mariano Rajoy, na entrevista coletiva de 28 de Dezembro no Palácio de Moncloa. Muitas perguntas ficaraam sem resposta por parte de Rajoy.


presidente do Governo Espanhol, Mariano Rajoy, na base de Qala-i-Naw, Afeganistão, 22 Dezembro 2012, na primeira visita em um ano de governo. Na oportunidade afirmou que o ano de 2013 seria difícil


O Presidente do Gverno da Espanha Mariano Rajoy Brey, anunciou na sexta-feira (28 Dezembro), a dissolução das Forças Armadas como medida de economia

O processo anunciado na última reunião do Conselho de Ministros durará mais de uma década e culminará em 2023. O próprio Presidente do Governo da Espanha, Sr Mariano Rajoy, compareceu a uma coletiva de imprensa para avaliar o seu primeiro ano de governo, após uma reunião do Conselho de Ministros, e para anunciar a importante medida: a progressiva eliminação das “Fuerzas Armadas de España”. Rajoy, que estava acompanhado de Soraya Sainz de Santamaría, porta-voz e vice-presidente, e do Ministro de Defesa Pedro Morenés, explicou que o desmantelamento será progressivo e durará toda uma década, estando prevista sua conclusão para 2023.

Rajoy, recordou que foi o seu próprio grupo político o Partido Popular (PP), que propôs o fim do Serviço Militar Obrigatório, quando era governo o Sr. José María Aznar,. Agora apresenta esta medida que está em estudo há vários meses, já discutida e em consenso com os parceiros europeus, como os governos dos países participantes da OTAN. A eliminação das “Fuerzas Armadas”, terá que gerar uma reforma da constituição da Espanha, que também está acordada com os principais partidos presentes no parlamento espanhol.

"La falta de amenazas de tipo militar en la zona del mundo que ocupamos aconseja tomar esta medida, que es la mejor posible para la nación en estos momentos, y centrar los esfuerzos en la prevención y abordaje de amenazas más importantes e inmediatas que las bélicas, como puedan ser el desempleo o la crisis económica", afirmou Rajoy.

Afirmou que o processo não será traumático e que não há motivos para alarmes, pois a "España se dispone a recorrer el mismo camino que antes han transitado pacíficamente otros países como Costa Rica, Islandia o uno con el que tenemos frontera: Andorra, los cuales no tienen ejército desde hace décadas", complementou Rajoy.

As ações da Espanha são uma experiência piloto que poderia ser imitada por outros países da região. Com esta medida o objetivo é obter uma importante economia de recursos do Tesouro Nacional, economia que vai aumentando até a meta de 40 Bilhões de Euros em 2023. As economias nos primeiros anos serão pequenas, já que o Governo da Espanha deve fazer frente a uma dívida de cerca de 33 Bilhões de Euros contraída nos programas de aquisição e modernização de armamentos.

Processo Complexo e Longo.

Fontes militares confirmaram que o desativação das Fuerzas Armadas será longo e difícil, mas que confiam que o dilatado prazo previsto, superior em mais do que uma década, resulte suficiente. Durante este tempo uma comissão interministerial que será criada, em coordenação com o próprio Estado-Maior do Exército, deverá fechar as instalações militares de forma progressiva. Um problema a ser resolvido é o que será feito do arsenal. A ideia inicial é dar baixa dos equipamentos mais antigos, processo que já está em curso com alguns navios: como o submarino S-72 Siroco, o navio de desembarque Pizarro e o emblemático porta-aviões Príncipe de Asturias.

O mesmo processo será adotado com o parque de veículos do “Ejército de Tierra” e com algumas aeronaves de aviação que estão obsoletas. Não é descartado vender parte do equipamento, que estão em melhor estado para outros países para recuperar parte do investimento realizado, mas a idéia principal é de adequar todo o material que seja possível ao emprego civil como o parapúblico (Polícia, Bombeiros, Busca e Salvamento, etc). Neste sentido as brigadas de bombeiros e do meio ambiente, as de salvamento marítimo e as de ação em caso de catástrofes irão receber um importante reforço.

Numerosas instalações ficarão disponíveis, atualmente em poder das Forças Armadas tais como: quartéis, academias, hospitais, polígonos de tiro e campos de treinamento, bases navais e aéreas, etc.. Todas estas propriedades ficarão disponíveis do uso militar em um prazo de dez anos e serão passados a outras funções ou administrações: central (governo), províncias ou municipais, as quais poderão destinar estes espaços para usos sociais das mais variadas formas, incluindo atividades econômicas que criem empregos.

Mão de Obra será realocada

Uma questão que Mariano Rajoy insistiu em esclarecer é que o atual nível de pessoal das Forças Armadas espanholas, umas 125.000 pessoas entre tropas e oficiais, não devem temer pelo seus empregos. Os contratos de curta e média duração serão mantidos durante o tempo que durar o processo de transição.

A redução dos efetivos será feita durante a convocação com a oferta para preencher os postos faltantes. Aqueles que têm contratos assinados de longo até os 45 ou 58 anos serão mantidos em seus postos até 2023, e no caso de seu contrato seguir em vigência serão destinados a outros postos de caráter civil na própria administração central. Com respeito a oficialidade, serão incentivadas a passagem para a reserva antecipada, e para aqueles que permaneceram nas Forças Armadas após 2023, serão criados postos de caráter civil, do mesmo nível e salário, na administração do governo.

Ainda que se espere que os efetivos das Forças Armadas cheguem em 2023 bem reduzidos (reserva, fim de contratos, abandonos voluntários, etc.), a idéia é ter um contingente de profissionais bem preparados que possam reforçar os serviços de logística e emergência de tipo civil. Estes tipos de serviços são precisamente os que o Governo espera melhorar com o dinheiro que antes era destinado ao uso militar. O pessoal do Exército que será transferido a estes serviços será reciclado, recebendo, com custo do próprio Estado, a formação profissional correspondente a sua nova função.

Nervosismo na indústria militar

Recebido com aparente tranquilidade mo meio militar, o comunicado presidencial, também são ouvidas vozes críticas. Especialmente contundentestem sido as oriundas da principal associação de industrias espanholas do setor de defesa. Esta sem rodeios acusa de "traición" a decisão do governo de Mariano Rajoy e alerta ao golpe recebido que muitas empresas deverão encerrar as suas atividades.

O Sr Pedro Argüelles, Secretário de Estado de Defesa, anunciou a criação de plano de reconversão e realocação da mão de obra através de entidades governamentais para aqueles oriundos de empresas de defesa em dificuldades.

Há uma declaração que mostra um primarismo de análise pelo atual governo espanhol: "O pessoal será realocado na sua totalidade nos novos serviços novos serviços públicos que serão criados com a economia obtida na área militar", completou Argüelles.

Porém, o que é proposto pelo governo espanhol é algo incrível. As perdas econômicas que possam ser oriundas da falta de investimentos do governo espanhol neste tipo de indústria, terão de ser assumidas pelos proprietários das mesmas, na sua maior parte empresas multinacionais e bancos, que não socializaram seus ganhos em tempos de bonanza econômica.

O foco especial é a empresa estatal naval "NAVANTIA", atualmente com fortes perdas, a será reconvertida em sua integralidade e orientada para a construção e reparos navais.

A indústria de Defesa Espanhola no Brasil

A NAVANTIA concorre atualmente no Programa PROSUPER da Marinha do Brasil ( 5 escoltas, 5 OPVs e 1 navio de apoio).

A modernização dos P3AM e a instalação dos sistemas e sensores foi realizados pela EADS España.

A TECNOBIT que desenvolve o Simulador de Apoio de Fogo (SAFO) para o Exército Brasileiro.

A companhia de eletrônica INDRA fornece antenas e terminais de comunicação satelital.

Defesa Net
Via:  Noticia Final
Posted: 31 Dec 2012 01:48 PM PST



Vender e alugar revólveres, pistolas e espingardas, muitos deles furtados de órgãos públicos, para líderes de quadrilhas tornou-se um dos mais lucrativos negócios no submundo da Região Metropolitana de Porto Alegre


JESUS JÁ ESTAR VOLTANDO, SIM. TUDO ESTAR SE ENCAIXANDO, SIM!!!
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