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segunda-feira, 2 de abril de 2018

“A SALVAÇÃO NA PÁSCOA JUDAICA”



ADMEP
Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical

A SALVAÇÃO NA PÁSCOA JUDAICA

Texto Áureo:

“[...] Eu sou o Senhor, e vos tirarei de debaixo das cargas dos egípcios, vos livrarei da sua servidão e vos resgatarei com braço estendido e com juízos grandes.
 (Êx 6. 6)


Verdade Prática:

A libertação do povo israelita vislumbrava um plano divino maior: libertar e salvar a humanidade.


Leitura Bíblica em Classe
Êxodo 12. 21 – 24, 29




§    Objetivo Geral: - Saber que a libertação dos israelitas vislumbrava um plano divino maior: libertar e salvar a humanidade.

§    Objetivos Específicos:

1.         Mostrar como se deu a instituição da Páscoa;
2.         Explicar a importância e o significado do cordeiro da Páscoa;
3.         Tratar a respeito da relevância e do significado do sangue do cordeiro na Páscoa.



Introdução: -  Na páscoa, os israelitas relembram o modo milagrosos pelo qual Deus operou a salvação de seu povo, livrando-o da opressão, do sofrimento, da angústia e da escravidão promovida pelos egípcios. Era a lembrança da fidelidade de Deus à sua promessa, do seu amor libertador e do cuidado, sem igual, em favor do seu povo. Nesta lição, estudaremos os aspectos-chave e simbólicos da Páscoa e o novo significado que tão importante celebração assumiu com a morte e a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo.


I.            A INSTITUIÇÃO DA PÁSCOA

   “A palavra Páscoa vem da palavra hebraica "pesach" e do grego "pascha" que significam "passagem". Conheça a história da Páscoa e seu significado”


1)      O livramento nacional. – Para o povo de Israel, a Páscoa representa o que o dia da independência significa para um país colonizado por uma metrópole. Mais ainda, essa magna celebração significa a verdadeira libertação experimentada por uma nação, expressada pela liberdade espiritual do povo para servir ao Deus Criador (Êx 12. 1 – 13, 16).

2) A libertação da escravidão. – O israelitas habitaram por aproximadamente 430 anos no Egito (Êx 12.40). Na maior parte desse tempo, eles experimentaram a dominação, a escravidão e a humilhação. Ser escravo no Antigo Oriente era estar sob a dependência política, econômica e social de outra nação. Do sofrimento da escravidão, o clamor do povo chegou a Deus que lhe proveu o livramento. (Êx 6.5).

3)       A nova celebração judaica. -  A Páscoa passou a ser a nova festa religiosa dos israelitas, pois essa celebração foi instituída por Deus, mediante o legislador Moisés, e um novo ano religioso começou (Êx 12. 1 – 20). Os israelitas passaram oito dias comendo pães sem fermento, o matzá, isto é, fatias de pães asmos. (Êx 12. 39, 40).


A PÁSCOA

SEU SIGNIFICADO
Para os egípcios.
Significava o juízo divino sobre o Egito.
Para os israelitas.
A saída do Egito, a passagem para a liberdade.
Para os cristãos.
É a passagem da morte dos nossos pecados para a vida de santidade em Cristo.




II.                   O CORDEIRO DA PÁSCOA


1)       O cordeiro no Antigo Testamento. – No Antigo Testamento, o cordeiro constituía parte fundamental dos sacrifícios oferecidos para remissão dos pecados. Ele foi introduzido na cultura dos israelitas quando Deus libertou o seu povo, conforme nos relata Êxodo 12. 2 – 10. Para oferecer o cordeiro em sacrifício, o sacerdote e o povo deveriam observar algumas exigências: o animal deveria ser completamente limpo, não poderia haver manchas nem outros defeitos, ser imaculado e plenamente saudável. (Lv 4. 32; Nm 6. 14).  Todo esse simbolismo apontava para Jesus, o verdadeiro Cordeiro pascal.

2)       Jesus, o verdadeiro Cordeiro Pascal. A páscoa cristã é o memorial de como Deus substituiu os sacríficos temporários por um único e definitivo. Nesse aspecto, o cordeiro do Antigo Testamento era sombra do apresentado no Novo, “morto desde a fundação do mundo” (Ap 13. 8). Por isso, ao comemorarmos a Páscoa, devemos atentar seriamente para o glorioso feito de Jesus na Cruz. Cristo é o fundamento, a essência da Páscoa. Agora, uma vez em Cristo, somos santificados, justificados e perdoados (Rm 5. 1, 2; 8.1). O cordeiro da Páscoa apontava para Jesus, o Cordeiro de Deus.

3)   Subsídio Teológico. – “O cordeiro da Páscoa no Êx 12 deveria ser morto e comido na noite da Páscoa, e seu sangue deveria ser espargido nos umbrais das portas. O Senhor Jesus Cristo associou a Santa Ceia à festa da Páscoa judaica (Mt 26. 17 – 19). Dessa forma, a Páscoa está tipificando que Cristo é a nossa Páscoa (I Co 5. 7).


III.         O SANGUE DO CORDEIRO


1)       O significado do sangue. – A primeira abordagem da Bíblia acerca dos sacrifícios está no livro de Gênesis 3. 21; 4. 1 – 7). O sacrifício era para expiação dos pecados do transgressor, em que este era perdoado e, mediante essa expiação, tinha a sua relação com Deus restabelecida. O maior símbolo, e principal elemento desse ritual, era o sangue do animal sacrificado. (Lv 17. 11, cf. Hb 9. 23 - 28).

2)     O sangue do cordeiro pascal. – Antes do advento da última praga sobre os egípcios, Deus ordenou aos judeus que preparassem um cordeiro para cada família (Êx 12. 3). A orientação era a seguinte: após matarem o cordeiro, os israelitas deveriam passar o sangue da vítima nas ombreiras e no umbral da porta de suas casas (Êx 12. 7). Isso serviria de sinal para que quando o Senhor passasse e ferisse os primogênitos do Egito, conservasse a vida dos israelitas intactas (Êx 12. 13).  Nesse sentido, o sangue de Jesus Cristo, o verdadeiro Cordeiro, nos protege da morte eterna e da maldição originada pelo pecado (I Jo 1. 7). Tal como o sangue do cordeiro pascal que livrou o povo da morte, assim também o sangue de Jesus nos livra da morte espiritual e da condenação eterna.

3)    O sangue da Nova Aliança. – Em o Novo Testamento, ao celebrar a Páscoa na última ceia, Jesus afirmou que o seu sangue era o símbolo da Nova Aliança (Lc 22. 14 – 20); era o real cordeiro, bem como o verdadeiro sacerdote, sendo o sacrifício e o oficiante ao mesmo tempo. Por essa razão, o livro de Hebreus afirma que Cristo é o mediador da Nova Aliança e, mediante seu sangue, redime de modo efetivo ao que crê (Hb 12. 24). – O sangue do cordeiro pascal apontava para o sacrifício perfeito do Cordeiro de Deus.


Conclusão: - A Páscoa para os judeus é o memorial da ação salvadora de Deus. Para nós, os cristãos, é a recordação da ação redentora de Jesus em favor da humanidade. Cristo é a nossa verdadeira Páscoa, o Cordeiro único e o Sumo Sacerdote por excelência. Seu sacrifício foi definitivo e completo. – Hoje somos filhos de Deus mediante a Nova e perfeita Aliança no Sangue do Cordeiro que tira o pecado do mundo.



Aula Preparada pela Professora, Maria Valda
Pastora da ADMEP






Adaptada da própria Lição – LIÇÕES BÍBLICAS -  CPAD.
Comentarista: Clayton Ivan Pommerening.


“UMA PROMESSA DE SALVAÇÃO”



ADMEP

Departamento de Educação Cristã
Escola Bíblica Dominical


UMA PROMESSA DE SALVAÇÃO


Texto Áureo:

E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”.
(Gn 3. 15)


Verdade Prática:

A promessa da salvação foi a resposta amorosa de Deus para reconciliar consigo mesmo o ser humano.


Leitura Bíblica em Classe
Gênesis 3. 9 - 15



§   Objetivo Geral: - Mostrar que a promessa da salvação foi a resposta amorosa de Deus para reconciliar consigo o ser humano.


§    Objetivos Específicos: -

1)         Apresentar o conceito bíblico de salvação;
2)         Mostrar a importância da doutrina da salvação;
3)         Saber que a salvação foi prometida ainda no Éden.



Introdução: - A Doutrina da Salvação é chamada de: Soteriologia. A salvação é um processo imediato (convensão) e contínuo na vida do crente (santificação). É necessário que o nascido de novo conheça todos os benefícios que essa dádiva, por intermédio da morte de Cristo, outorgou-lhe na cruz. A vida plena, a paz, a alegria, a misericórdia, a graça e a bondade que o crente desfruta provêm do milagre da salvação.

I.             O CONCEITO BÍBLICO DE SALVAÇÃO
Salvação:  Ato ou efeito de salvar ou salvar-se (dic. Aurélio):
Outros conceitos:
1. Tirar ou livrar de um perigo.
2. Dar saúde a um doente.
3. Transpor, vencer (espaços ou distâncias).
4. Passar por cima, saltando/galgar
5. Preservar.
6. Registrar dados num suporte (ex.: salvar o ficheiro num CD) /gravar
7. Livrar da morte.
8. Religioso: Livrar do Inferno.
9. Saudar.
10. Dar salvas de artilharia.
11. Livrar-se.
12. Obter a salvação eterna.
13. Acoitar-se; abrigar-se.

1. O Conceito Bíblico de SalvaçãoO significado bíblico de salvação compreende cura, redenção, remédio, completude, inteireza, integridade, saúde física, mental e emocional. - No sentido espiritual, salvação quer dizer que Cristo fez a expiação pelo pecador, ocupando o lugar dele na cruz (passado), regeneração e santificação sua vida (presente), a fim de um dia “glorificar” o corpo dele plenamente (futuro).

Assim, podemos dizer que o vocábulo salvação pode expressar essas três ideias:

1.1. Salvação instantânea A salvação da alma, uma vez signifi­cando libertação da condenação, é completa e segura a partir do mo­mento em que o homem confia em seu Salvador (Jo 6.47); transmite a ideia de redenção do pecado (At 2.21; 16.31; Rm 10.10); traz no seu bojo a ideia de perseverança dos santos; é sinônimo de nascer de novo (Jo 3.3-7), matricular-se na escola de Jesus (Mt 11.29), de matrimônio espiritual (Jo 3.29) ou de adoção na família de Deus: Rm 8. 15-23. Ou­tros textos que falam dessa salvação: Ef 2.8; 2 Tm 1.9; 1 Pe 1.9,10; Hb 5.9; Jd 3.


1.2. Salvação contínua Transmite a ideia do crescimento em co­nhecimento, graça e serviço para o Senhor Jesus Cristo: 2 Pe 3.18; Fp 2.12; 2 Co 1.6. Neste sentido, a salvação está relacionada às boas obras que evidenciam nossa salvação: Ef 2.8-10; Fp 2.12,13. Esta salvação contínua também é chamada de santificação, pela qual crescemos na semelhança de Jesus Cristo, tema que abordaremos mais adiante.


1.3.
Salvação futura Significa o clímax do processo redentor, ou seja, a vida que receberemos na eternidade em troca de nossa fidelida­de ao serviço de Jesus Cristo. Diz respeito à totalidade de benefícios e bênçãos no Céu, herança dos remidos: Rm 13.11; 1 Ts 5.9; Hb 9.28; Ap 12.10.

2.     Salvação no Antigo Testamento. – No Velho Testamento, a salvação está relacionada ao escape das mãos dos inimigos, à libertação da escravidão e ao estabelecimento de qualidade morais e espirituais para a vida de quem tem Deus como seu Senhor (Is 33. 22 – 24).

3.    Salvação em o Novo Testamento - Somos justificados pela fé, Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com DEUS, por nosso Senhor JESUS CRISTO (Rm 5.1); e já não existe nenhuma condenação, PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em CRISTO JESUS… (Rm 8.1); temos salvação e gozamos de vida eterna, E o testemunho é este: que DEUS nos deu a vida eterna e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o filho de DEUS não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna… (1 Jo 5.11-13).
 
O homem pode ter existência física e não possuir vida eterna. Vida eterna é uma condição de vida de comunhão com DEUS que não sofre solução de continuidade quando ocorre a morte física. A vida eterna nos é concedida como resultado da aceitação de CRISTO como Salvador único e pessoal.


3.1.     Antes de tudo é importante ter em mente que Jesus é salvação. – E o que é Salvação? - Vários termos são utilizados na Bíblia para se referir à salvação, desde o hebraico no Antigo Testamento até o grego no Novo Testamento. No hebraico, a raiz mais importante para salvação é “yasha” que significa “liberdade” ou “libertar daquilo que prende”. Existem vários substantivos derivados desta raiz, e todos trazem a ideia de “libertar”, “resgatar”.

No grego, o verbo “sozo” e seus cognatos “soteria” (salvação) e “soter” (salvador) traduzem o hebraico “yasha“.  Nos livros do Novo Testamento o termo “soteria” aparece apenas em conexão com Cristo como Salvador.

Biblicamente a salvação é obra completamente de Deus (em todos os aspectos), e traz a justiça de Deus para o homem, ou seja, resgata o homem do estado de pecado para o estado de glória através de Jesus, isto é, na morte de Cristo para a remissão dos pecados.
Quando Cristo voltar, a natureza caída e pecaminosa do homem será totalmente aniquilada, acontecerá então a “redenção do nosso corpo” (Rm 8:23) e a salvação em toda sua plenitude será realizada (Hb 9:28).

II.        A IMPORTÂNCIA DA DOUTRINA DA SALVAÇÃO

2.1. A grandeza da Salvação. - Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos. Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos e toda transgressão e desobediência recebeu justo castigo, como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres, e por distribuições do Espírito Santo segundo a sua vontade. ” (Hebreus 2:1-4).


A ignorância religiosa tem sido a causa de todas as misérias morais e espirituais. Se os pecadores soubessem que a salvação de suas almas era de grande importância e valor, jamais haveriam de pisá-la ao perseverar na prática do mal. Ela custou o sangue precioso do Filho de Deus, derramado na Cruz do Calvário, e, no entanto, é esbanjada pelos pseudos cristãos que, pela sua incredulidade, não creem na promessa dela nesta vida, e nem se interessam em consolidá-la.

2.2.     Para compreender o que Jesus fez. – Ora, embora a salvação seja um processo imediato alcançado por meio do sacrifício de Cristo, esse aperfeiçoamento se dá por meio da assimilação e da vivência constante na dependência de Deus em todas as áreas da vida. Esse processo chama-se “santificação”.

2.3.     Para se apropriar dos benefícios da salvação. - Com a morte de Cristo nos foi resgatado a comunhão com o Criador, e consequentemente os nossos pecados, que era o mal que nos separava foram lançados no mar do esquecimento, fazendo-nos assim, ou mudando nossa posição de inimigos para amigos de Deus, isso é distribuído a todos quanto aceitarem a Cristo como Salvador.
Agora somos filhos de Deus – Jo 1. 12
Temos livre acesso ao Pai – Ef 2.18
Fomos reconciliados com Deus – 2 Co 5.18
Temos paz com Deus – Rm 5.1
Estamos livres de sua ira de Deus – Rm 5.9; I Ts 1.10
Prestamos culto a Ele – Rm 12.1
Somos abençoados com todas as bênçãos espirituais – Ef 1.2
Concedeu-nos dons Espirituais – Ef 4.8; I Co 12.28
Fez-nos herdeiros do Seu Reino e co-herdeiros com Cristo – Rm 8.17
Viveremos para sempre com Ele – II Tm 2.11.
Geração eleita – I Pe 2.9
Sacerdócio real – I Pe 2.9
Povo adquirido – I Pe 2.9
Nos chamou das trevas – I Pe 2.9.
E muito mais.


III.       A SALVAÇÃO PROMETIDA NO ÉDEN

Deus prometeu que enviaria a Semente da mulher (Jesus) e que esta Semente feriria a cabeça da serpente (Satanás), mostrando que Jesus viria ao mundo e morreria na cruz por nossos pecados. (Gn 3. 15).

3.1.  O pecado humano. – A Bíblia, claramente nos ensina que perante Deus, todos os homens levam a culpa do seu próprio pecado, sendo assim alienados da sua glória e destinados a sofrer as consequências da sua ira.  Além disso, a Bíblia explica que o homem por si mesmo, nada pode fazer para merecer a salvação. (Is 59. 16). A raiz do problema que cada homem confronta é a sua própria natureza pecaminosa. Desde que nasce o homem é inclinado ao pecado e por isso é incapaz de agradar a Deus. (Jr 17. 9; Rm 7.18). Esta natureza pecaminosa é uma sinistra herança que todo homem recebe através de Adão. O pecado de Adão introduziu a morte no mundo e implantou no homem uma natureza pecaminosa, colocando assim a criação sob o julgamento de Deus. (Ef. 2. 1 – 3)


3.2.    A transferência da culpa. – A Bíblia claramente afirma que o homem dará conta à Deus unicamente pela sua própria culpa. De fato, Ezequiel afirma que o Filho não pagará pelos pecados de seu pai. (Ez 18. 4, 17).  Jeremias também diz aos judeus que eles não devem culpar seus pais pelos seus pecados pessoais: (Jr 31. 30; Dt 24. 16). Nós escolhemos é que fazemos as nossas escolhas de seguir a Deus ou não, independentes do pecado de Adão. (I Co 15. 22).


3.3. Satanás esmagado e o pecado vencido. – O Altíssimo jamais abandonaria o ser humano à própria sorte. Embora Satanás tentasse eliminar o homem de vez, seu intento não passou de uma simples tentativa de “morder o seu calcanhar” (Gn 3. 15). Mas, por intermédio da salvação outorgada na cruz, Cristo esmagou a cabeça da “Serpente” provendo a solução definitiva para o estado caído do ser humano.  O Criador prometeu salvação e deseja que todo ser humano seja salvo (I Tm 2. 3, 4), apesar da condição de rebelado, de pecador e de inimigo de Deus.


Conclusão: - Assim como Adão trouxe a possibilidade de morte para todos, assim Cristo trouxe também a possibilidade da vida para todos. É evidente que cada indivíduo tem que tomar a decisão de aceitar ou rejeitar a Cristo e a vida eterna; e igualmente tem que tomar a decisão de seguir o pecado e a consequente morte espiritual.


Lição elaborada pela prof. ª Maria Valda
Pastora da ADMEP.







Fonte de Pesquisas:
Doutrina da Salvação – A Provisão e a Aplicação da Salvação -  EETAD – Carlos Boyd Gibbs.